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Carlos Roberto Chaves
Porto Acre (AC)
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Carlos Roberto Chaves
Comentário ·
há 10 anos
OAB-RJ vai ao STF para cassar o mandato de Jair Bolsonaro
Anne Silva
·
há 10 anos
Parabéns ao Deputado Bolsonaro! Há muito tempo venho analisando esse regime de governo "republicano" e peço aos militares que reajam e volte ao comando de nossa pátria, para reorganizar esse país, caso contrário, vamos acabar no comunismo. Oportunamente, quero deixar claro que estou pronto para esperando apenas ser convocado para retornar ao DOI. Brasil acima de tudo. Regime Militar já....
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Carlos Roberto Chaves
Comentário ·
há 10 anos
Juiz suspende nomeação de Lula
Rafael Costa
·
há 10 anos
Meu nome é Carlos Chaves!! Sempre gosto de ler o que o senhor Narciso Mendes Escreve. Hoje ele publicou um tema interessante com sempre. Narciso Mendes sempre foi um Homem Direto. Com ele não tem meio termo! Então resolvi tomar a liberdade de publicar aqui o que ele escreveu hoje dia 17-3-2016 - VIDE:
E o pós Dilma?
17/03/2016 08:05:04
No curto prazo o “fora Dilma” desponta como solução
para as nossas crises. Também será para o longo prazo?
Impeachment, cassação da chapa Dilma/Temer, mudança de regime, do presidencialista para o parlamentarista, eleições gerais antecipadas e a renúncia do seu mandato, constituem o indigesto cardápio oferecido a presidente Dilma Rousseff. Decerto, nenhuma dessas opções é do seu agrado. Mas como a gravidade das nossas crises reclama por urgência, não há mais tempo a se perder. Do contrário, o pior ainda estará por vir. Portanto, enquanto nossos representantes políticos decidem o que farão, analisemos as opções acima referidas.
Sobre o impeachment: o tempo que demandaria para o seu processamento e as incertezas que o cerca, contrariam a urgência urgentíssima que as nossas crises requerem. Nada comparável ao impeachment do então do presidente Collor: 01 – naquele, o próprio Collor não fez uso da máquina pública na tentativa do evitá-lo. 02 – seu partido, apelidado de PRN, de tão inexpressivo, não poderia lhes dar o mínimo de sustentação política. 03 – à época, importantíssimo que se diga, o nosso Congresso Nacional era constituído, majoritariamente, por parlamentares recém saídos de uma Assembléia Nacional Constituinte, portanto, altamente prestigiados.
Presentemente, as condições são outras, diria até, totalmente adversas. A ver: 01 – a presidente Dilma Rousseff não apenas tem resistido ao seu impeachment, como vem usando a máquina pública na tentativa de impedi-lo. 02 – ela tem o apoio de um partido político organicamente constituído e detentor da segunda maior bancada na Câmara dos Deputados. 03 – o prestígio popular dos nossos atuais congressistas é ainda pior que o da própria presidente Dilma Rousseff. Quer mais: o referido processo padece de um vício de origem, qual seja: será conduzido pelo bichado deputado federal Eduardo Cunha.
Quanto à cassação da chapa Dilma Rousseff/Michel Temer, via TSE-Tribunal Superior Eleitoral, além do tempo e das incertezas que igualmente o cerca, não sugere que venha contribuir para a pacificação do nosso mundo político, até porque, embora seja a opção preferencial do PSDB, por inteiro, o PMDB a rejeita.
Quanto à mudança do nosso regime, do presidencialismo para o parlamentarismo, a mais sábia e inteligente entre todas as opções até então sugerida, justamente por se tratar de um regime em que as crises políticas são prontamente debeladas, lamentavelmente, esta alternativa não mereceu a acolhida que se esperaria a um regime que, entre outras vantagens, não transige com governantes que se revelem incompetentes.
Sobre a convocação de eleições gerais, a sugestão veio da boa e rica lavra de um dos mais respeitados parlamentares do nosso país, no caso, o senador Cristovam Buarque. Disse ele, e muito acertadamente: com a estrutura partidária e os representantes políticos que estão aí, jamais as nossas crises serão superadas. Corretíssimo!
E a renúncia da presidente Dilma Rousseff? Se o nosso ambiente político não estivesse tão demasiadamente conflagrado seria, entre as mais diversas opções, a mais aconselhável. Ocorre que, em clima de guerra, não se consegue a renúncia de um governante eleito, a não ser que esteja em curso a arriscadíssima estratégia – “terra arrasada”.
Narciso Mendes de Assis é engenheiro civil, empresário da construção civil de das comunicações e já ocupou mandatos de deputado estadual e federal. Hoje se dedica as suas empresas de comunicação. Atualmente dirige o jornal O Rio Branco, o mais antigo do Acre.
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Carlos Roberto Chaves
Comentário ·
há 10 anos
Juiz suspende nomeação de Lula
Rafael Costa
·
há 10 anos
Meu Nome é Carlos Chaves!!!
Sempre gosto muito do que o senhor Narciso Mendes escreve, porque em minha avaliação é um Homem sábio e direto, com ele não tem meio termo. Por isso, tomei a liberdade de publicar o que ele escreveu hoje 17-3-2016 - VIDE:
E o pós Dilma?
17/03/2016 08:05:04
No curto prazo o “fora Dilma” desponta como solução
para as nossas crises. Também será para o longo prazo?
Impeachment, cassação da chapa Dilma/Temer, mudança de regime, do presidencialista para o parlamentarista, eleições gerais antecipadas e a renúncia do seu mandato, constituem o indigesto cardápio oferecido a presidente Dilma Rousseff. Decerto, nenhuma dessas opções é do seu agrado. Mas como a gravidade das nossas crises reclama por urgência, não há mais tempo a se perder. Do contrário, o pior ainda estará por vir. Portanto, enquanto nossos representantes políticos decidem o que farão, analisemos as opções acima referidas.
Sobre o impeachment: o tempo que demandaria para o seu processamento e as incertezas que o cerca, contrariam a urgência urgentíssima que as nossas crises requerem. Nada comparável ao impeachment do então do presidente Collor: 01 – naquele, o próprio Collor não fez uso da máquina pública na tentativa do evitá-lo. 02 – seu partido, apelidado de PRN, de tão inexpressivo, não poderia lhes dar o mínimo de sustentação política. 03 – à época, importantíssimo que se diga, o nosso Congresso Nacional era constituído, majoritariamente, por parlamentares recém saídos de uma Assembléia Nacional Constituinte, portanto, altamente prestigiados.
Presentemente, as condições são outras, diria até, totalmente adversas. A ver: 01 – a presidente Dilma Rousseff não apenas tem resistido ao seu impeachment, como vem usando a máquina pública na tentativa de impedi-lo. 02 – ela tem o apoio de um partido político organicamente constituído e detentor da segunda maior bancada na Câmara dos Deputados. 03 – o prestígio popular dos nossos atuais congressistas é ainda pior que o da própria presidente Dilma Rousseff. Quer mais: o referido processo padece de um vício de origem, qual seja: será conduzido pelo bichado deputado federal Eduardo Cunha.
Quanto à cassação da chapa Dilma Rousseff/Michel Temer, via TSE-Tribunal Superior Eleitoral, além do tempo e das incertezas que igualmente o cerca, não sugere que venha contribuir para a pacificação do nosso mundo político, até porque, embora seja a opção preferencial do PSDB, por inteiro, o PMDB a rejeita.
Quanto à mudança do nosso regime, do presidencialismo para o parlamentarismo, a mais sábia e inteligente entre todas as opções até então sugerida, justamente por se tratar de um regime em que as crises políticas são prontamente debeladas, lamentavelmente, esta alternativa não mereceu a acolhida que se esperaria a um regime que, entre outras vantagens, não transige com governantes que se revelem incompetentes.
Sobre a convocação de eleições gerais, a sugestão veio da boa e rica lavra de um dos mais respeitados parlamentares do nosso país, no caso, o senador Cristovam Buarque. Disse ele, e muito acertadamente: com a estrutura partidária e os representantes políticos que estão aí, jamais as nossas crises serão superadas. Corretíssimo!
E a renúncia da presidente Dilma Rousseff? Se o nosso ambiente político não estivesse tão demasiadamente conflagrado seria, entre as mais diversas opções, a mais aconselhável. Ocorre que, em clima de guerra, não se consegue a renúncia de um governante eleito, a não ser que esteja em curso a arriscadíssima estratégia – “terra arrasada”.
Narciso Mendes de Assis é engenheiro civil, empresário da construção civil de das comunicações e já ocupou mandatos de deputado estadual e federal. Hoje se dedica as suas empresas de comunicação. Atualmente dirige o jornal O Rio Branco, o mais antigo do Acre.
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